Ex-alunos

Declarações apaixonadas por um colégio chamado João XXIII:

Cláudio Pacheco Prates Lamachia:

Advogado Presidente da OAB/RS, aluno matrícula n°1 da escola.

Foi um sonho ter começado a minha vida estudantil no Joãozinho com aquela formação humanitária, tendo por trás toda a filosofia que meu pai, a Leda, a Lília e a Zilah buscaram implementar. As minhas lembranças mais fortes são as gincanas (Grande Gincana Ipiranga), das quais o Colégio participou com um desempenho primiroso, conquistando o primeiro lugar em quatro edições do evento.

Marta Gleich

Jornalista diretora de Internet do Grupo RBS. Ex-aluna e mãe de alunos do Colégio João XXIII.

A escola dos meus sonhos é aquela onde as crianças são felizes. Assim é que eu vejo o João XXIII: uma escola onde o aluno se desenvolve com alegria, com disciplinas como Filosofia, Arte e Música. Lembro sempre, com meus ex-colegas, do tempo bom que passei lá. São coisas que ficam.

Lucas Pretto

Campeão Mundial amador de Triatlo e representante brasileiro do Iron Man. Empreendedor e Sócio Fundador do Clube da Endorfina; Triatleta - Seleção Brasileira de Triatlo de Elite.

“Liberdade com responsabilidade”. Esse ainda é o lema do meu amado João XXIII. A lembrança mais forte que tenho se refere às minhas visitas matutinas à horta do fundo do colégio, onde eu e meu amiguinho Tiago (hoje grande amigo Tiago Ely) zelávamos pelas beterrabas plantadas sob o comando da Tia Fátima. Hoje sou atleta de triatlo e, no meu esporte, sigo tendo uma forte ligação com a natureza e com as amizades que essa profissão me proporciona.

Eurípedes Moraes Filho

Consultor de empresas especializado em Desenvolvimento Organizacional.

Fui aluno da primeira turma do Joãozinho de 1964, e ele segue sendo diferente porque envolve as pessoas que estão ao seu redor. Na minha época o Colégio participava da Gincana Ipiranga (Equipe Joãozinho) quando ganhamos um Fusca ano 69, zerinho! Eu tenho muitas saudades daquela época. Na minha mente ainda estão a carrocinha de picolé, as conversas no “tronco”, a Tia Zilah e a Tia Lilia, os colegas e professores do nosso Instituto. Digo “nosso” porque quem estudou no João XXIII tem esse hábito muito presente: tratar o colégio por “nosso”, numa demonstração clara do carinho e apego ao João XXIII, e isso permanece ao longo dos anos.

Vera Mello

Artista plástica e professora de francês .

Sempre estudei no Joãozinho. Quando eu era bem pequena até achava que aquela gente era família só. A minha! Provavelmente porque meus pais não poupavam esforços para ajudar a Escola. Quando vencemos as Gincanas Ipiranga, o colégio ganhou um “Maverick”. A gente saiu pra dar uma volta na cidade em carreata para exibir o carrão. Depois teve a época em que “subimos o morro”, quando a Fundação comprou o terreno no Alto Teresópolis, e esse trajeto se tornou nosso passeio de domingo. Mais tarde, durante a semana, tinha aquele cheiro de “pão com molho”da Tia Sidonia. Chamávamos a atendente de Tia porque nos sentíamos em casa. A gente “morava” na Escola. Desde aquela época sabíamos que nós éramos privilegiados. Foi muito difícil me desligar do colégio. Foram momentos inesquecíveis.

Nico Collares

Publicitário, atua em sua própria agência, a Tambor.

Por que o João é diferente? Porque soube valorizar algumas coisas mais importantes que certos conhecimentos objetivos, em um mundo que caminha cada vez mais para uma visão pragmática das coisas. Sinto orgulho de dizer que tive aulas de Filosofia no primeiro grau e que, apesar de ser um aluno regular em Música, ainda sei tocar algumas canções dos Beatles na flauta doce. Isso fez total diferença na minha formação. O colégio determinou muito quem eu sou. O que fez o colégio diferente sempre foi essa capacidade de ir muito além dos seus portões. De ser mais que um colégio.